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Arara Jacinta

Anodorhynchus hyacinthinus
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Esta é a maior de todas as espécies de Araras. A coloração forte, em azul-cobalto, contrastante com a pele nua amarela em torno dos olhos e da mandíbula inferior, distingue-a de todas as outras. Quando forma um casal é para a vida toda.

São, de todas as araras, as maiores podendo chegar a medir 1m, sendo que metade deste comprimento se deve à cauda. A sua envergadura é de 117 a 127 cm.
Normalmente, as araras não possuem penas na área à volta dos olhos e nalgumas áreas faciais. Contudo, a Arara Jacinta possui penas por toda a cabeça, exceto em duas zonas: tem um pequeno anel à volta do olho e também volta da mandíbula inferior, ambos desprovidos de penas, de um tom amarelo, que se assemelha a pele nua. O tom das suas penas é de um azul forte, muito rico, e uniforme ao longo de todo o comprimento da arara.
O bico é maciço, preto e curvo. Tal como outros psitacídeos, o bico é usado como um terceiro membro, para ajudar a trepar às árvores. As patas são curtas e robustas, e utilizam-nas muito para se segurar para cima ou de cabeça para baixo.
Não existe dimorfismo sexual entre machos e fêmeas.

A Arara Jacinta ou Jacinto é uma ave muito social. Estas aves acasalam ao longo de todo o ano e são vistas muitas vezes aos pares.
São mais ativas durante a manhã e início da tarde e voam em grupos de 2 a 8 aves para se alimentar. Depois de se alimentar, voltam para as suas casas, para as suas árvores, ao por do sol e passam ai a noite.

A Arara Jacinta encontra-se provida com um largo bico que usa para quebrar as cascas das sementes.
O seu grande bico em forma de gancho é muito eficiente, quando comparado com outras araras. Estas araras alimentam-se de 8 espécies de frutos de palmeiras diferentes, que são ricos em nutrientes e gordura. Elas estão muito dependentes de frutos de palmeiras mas também se alimentam de pequenas sementes, caracóis e de pequenos brotos de palma. A maior parte da alimentação ocorre no chão, apesar de as araras terem a habilidade de trepar a palmeiras para apanhar os frutos.

Apesar de esta arara se reproduzir ao longo de todo o ano, a sua taxa de reprodutividade é fraca. De 100 pares de araras, apenas 7 a 27 crias nascem por ano.
As Araras Jacinta são animais monógamos, ficando com o mesmo par para toda a vida.
As araras fazem ninhos nas cavidades das árvores. Elas repousam em buracos de árvores mortas ou vivas, de 4 a 14 metros do chão. Apesar de a cópula poder acontecer ao longo de todo o ano, estas aves nidificam apenas na estação das chuvas, entre Novembro e Abril (sul do Equador). As Araras põem 1 ou 2 ovos por postura com 2 dias de intervalo. O período de incubação é de 25-28 dias. Durante esse período, a fêmea passa 70% do seu tempo com os ovos e é alimentada pelo macho. Apesar de os ovos serem um bom petisco para coatis, gaios entre outros, a taxa de eclosão de sucesso é de 90%.
As crias ganham as suas penas em 13 semanas, e ficam com as suas mães até aos 18 meses de idade. Atingem a maturidade sexual entre os 6 e os 10 anos.
Se ambos os ovos eclodirem, a mãe só cria um ovo, regra geral. A mãe dá proteção e alimento à sua cria. Após uma semana do nascimento, o macho ajuda a fêmea a alimentar a cria. O alimento da cria consiste em conteúdos gástricos semi-digeridos que são regurgitados dos pais para os filhos.

São, de todas as araras, as maiores podendo chegar a medir 1m, sendo que metade deste comprimento se deve à cauda. A sua envergadura é de 117 a 127 cm.
Normalmente, as araras não possuem penas na área à volta dos olhos e nalgumas áreas faciais. Contudo, a Arara Jacinta possui penas por toda a cabeça, exceto em duas zonas: tem um pequeno anel à volta do olho e também volta da mandíbula inferior, ambos desprovidos de penas, de um tom amarelo, que se assemelha a pele nua. O tom das suas penas é de um azul forte, muito rico, e uniforme ao longo de todo o comprimento da arara.
O bico é maciço, preto e curvo. Tal como outros psitacídeos, o bico é usado como um terceiro membro, para ajudar a trepar às árvores. As patas são curtas e robustas, e utilizam-nas muito para se segurar para cima ou de cabeça para baixo.
Não existe dimorfismo sexual entre machos e fêmeas.

A Arara Jacinta ou Jacinto é uma ave muito social. Estas aves acasalam ao longo de todo o ano e são vistas muitas vezes aos pares.
São mais ativas durante a manhã e início da tarde e voam em grupos de 2 a 8 aves para se alimentar. Depois de se alimentar, voltam para as suas casas, para as suas árvores, ao por do sol e passam ai a noite.

A Arara Jacinta encontra-se provida com um largo bico que usa para quebrar as cascas das sementes.
O seu grande bico em forma de gancho é muito eficiente, quando comparado com outras araras. Estas araras alimentam-se de 8 espécies de frutos de palmeiras diferentes, que são ricos em nutrientes e gordura. Elas estão muito dependentes de frutos de palmeiras mas também se alimentam de pequenas sementes, caracóis e de pequenos brotos de palma. A maior parte da alimentação ocorre no chão, apesar de as araras terem a habilidade de trepar a palmeiras para apanhar os frutos.

Apesar de esta arara se reproduzir ao longo de todo o ano, a sua taxa de reprodutividade é fraca. De 100 pares de araras, apenas 7 a 27 crias nascem por ano.
As Araras Jacinta são animais monógamos, ficando com o mesmo par para toda a vida.
As araras fazem ninhos nas cavidades das árvores. Elas repousam em buracos de árvores mortas ou vivas, de 4 a 14 metros do chão. Apesar de a cópula poder acontecer ao longo de todo o ano, estas aves nidificam apenas na estação das chuvas, entre Novembro e Abril (sul do Equador). As Araras põem 1 ou 2 ovos por postura com 2 dias de intervalo. O período de incubação é de 25-28 dias. Durante esse período, a fêmea passa 70% do seu tempo com os ovos e é alimentada pelo macho. Apesar de os ovos serem um bom petisco para coatis, gaios entre outros, a taxa de eclosão de sucesso é de 90%.
As crias ganham as suas penas em 13 semanas, e ficam com as suas mães até aos 18 meses de idade. Atingem a maturidade sexual entre os 6 e os 10 anos.
Se ambos os ovos eclodirem, a mãe só cria um ovo, regra geral. A mãe dá proteção e alimento à sua cria. Após uma semana do nascimento, o macho ajuda a fêmea a alimentar a cria. O alimento da cria consiste em conteúdos gástricos semi-digeridos que são regurgitados dos pais para os filhos.

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