Macropus rufogriseus

Canguru de Bennet

Este herbívoro marsupial move-se através do salto e habita em planícies áridas e savanas, no Sul da Austrália e na Tasmânia. Estima-se que tenha chegado à Austrália entre 71,2 a 65,2 milhões de anos (Beck 2008).

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Morfologia

Apresentam uma cor cinzenta, com a zona ventral de cor bege, pelo castanho avermelhado na parte de trás do pescoço e nos ombros e a cauda é cinzenta prateada na zona superior e branca na zona inferior, com a extremidade preta. Tal como os cangurus em geral, são caracterizados pela cabeça pequena proporcionalmente ao tamanho do corpo, pelas patas dianteiras curtas em contraste com as patas traseiras compridas e fortes, pela cauda comprida que é usada como apoio ao seu modo de deslocação por saltos e, principalmente, pela bolsa marsupial situada na região abdominal das fêmeas.
Os machos apresentam um tamanho muito maior que as fêmeas.


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Comportamento

Estes animais não formam grupos coesos, mas os machos dominantes formam, sempre que possível, um harém. As fêmeas jovens permanecem com as progenitoras, enquanto os machos jovens partem para formar novos grupos.
Conseguem manter-se nas suas patas traseiras e suportar o seu peso através da sua cauda. São normalmente solitários, tornando-se particularmente activos ao anoitecer e durante a noite, procurando alimento nessa altura. Não são territoriais nem constroem refúgios, simplesmente repousando durante o dia debaixo de vegetação densa. Se pressentem perigo, batem com as patas no solo para avisarem os restantes indivíduos. São normalmente solitários, no entanto podem explorar a região em grupos que podem chegar aos 30 indivíduos.


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Alimentação

Os cangurus-de-Bennet são herbívoros, alimentando-se de rebentos e folhas. Durante os períodos secos alimentam-se de raízes suculentas, que lhes fornecem a água de que necessitam.

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