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Marabu Africano

Leptoptilos crumeniferus
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Estranha e enigmática, o Marabu é uma das maiores aves que habitam o Continente Africano. Alimenta-se, principalmente, de carne em decomposição, tendo, por isso, uma enorme importância no ecossistema que integra pela redução da propagação de doenças através da limpeza das carcaças dos animais.

Estes marabus são brancos ventralmente e negros dorsalmente, com pontas brancas nas penas secundárias das asas. A cabeça e o pescoço são rosados e quase não têm penas. Têm patas e pescoço longos e um bico maciço. Os machos são maiores do que as fêmeas.

Voam com as patas esticadas e o pescoço em forma de S, ao contrário dos outros ciconiformes. Na base do pescoço nu há uma bolsa pendente com um sistema de sacos aéreos utilizada em vários tipos de exibições reprodutivas. A parada nupcial inclui um ritual em que as aves erguem e baixam a cabeça lentamente enquanto emitem diferentes chamamentos.

Alimentam-se de peixes, insetos (ex: térmitas e gafanhotos), anfíbios, répteis, aves (incluindo flamingos – ovos, crias e aves adultas) e pequenos mamíferos. A sua dieta inclui também carne de cadáveres que consome em conjunto com outros necrófagos como os abutres.

Reproduzem-se geralmente em colónias com 20 a 60 casais, podendo nidificar também em colónias formadas por milhares de casais de outras espécies.
Constroem grandes ninhos, com 1m de diâmetro, nas árvores ou em escarpas, utilizando galhos e folhas. Fazem posturas de 2 a 3 ovos que são incubados durante cerca de 30 dias. Após 4 semanas de vida as crias apresentam-se cobertas de penas e já se mantêm de pé. Alguns meses mais tarde surgem as penas de voo. Já capazes de voar, as crias continuam dependentes dos progenitores durante mais algumas semanas, até que depois abandonam o ninho.
Atingem a maturidade sexual aos 4 anos de vida.

Estes marabus são brancos ventralmente e negros dorsalmente, com pontas brancas nas penas secundárias das asas. A cabeça e o pescoço são rosados e quase não têm penas. Têm patas e pescoço longos e um bico maciço. Os machos são maiores do que as fêmeas.

Voam com as patas esticadas e o pescoço em forma de S, ao contrário dos outros ciconiformes. Na base do pescoço nu há uma bolsa pendente com um sistema de sacos aéreos utilizada em vários tipos de exibições reprodutivas. A parada nupcial inclui um ritual em que as aves erguem e baixam a cabeça lentamente enquanto emitem diferentes chamamentos.

Alimentam-se de peixes, insetos (ex: térmitas e gafanhotos), anfíbios, répteis, aves (incluindo flamingos – ovos, crias e aves adultas) e pequenos mamíferos. A sua dieta inclui também carne de cadáveres que consome em conjunto com outros necrófagos como os abutres.

Reproduzem-se geralmente em colónias com 20 a 60 casais, podendo nidificar também em colónias formadas por milhares de casais de outras espécies.
Constroem grandes ninhos, com 1m de diâmetro, nas árvores ou em escarpas, utilizando galhos e folhas. Fazem posturas de 2 a 3 ovos que são incubados durante cerca de 30 dias. Após 4 semanas de vida as crias apresentam-se cobertas de penas e já se mantêm de pé. Alguns meses mais tarde surgem as penas de voo. Já capazes de voar, as crias continuam dependentes dos progenitores durante mais algumas semanas, até que depois abandonam o ninho.
Atingem a maturidade sexual aos 4 anos de vida.

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