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Hipopotamo Pigmeo

Choeropsis liberiensis
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De hábitos noturnos, este tímido e solitário mamífero, habita no oeste de África, maioritariamente na Libéria mas também na Nigéria, Serra Leoa, Guiné e Costa do Marfim.

O Hipopótamo Pigmeu partilha a mesma forma corporal do seu parente próximo, o hipopótamo comum, a forma de um barril, embora seja consideravelmente mais pequeno. Existem outras diferenças físicas entre ambas as espécies, tais como um pescoço mais comprido, uma cabeça redonda e mais estreita, olhos com uma posição mais lateral, patas proporcionalmente mais compridas, com membranas interdigitais mais pequenas.
Ambos os sexos são semelhantes na sua aparência, tornando-se muito difícil distinguir entre ambos. Possuem uma pele nua e lisa, de cor preta mas com um tom acastanhado a esverdeado. Esta é mantida sempre húmida e brilhante graças às secreções viscosas que a espécie produz. Os dentes incisivos inferiores são muito compridos e utilizados como meio de defesa. Possuem uma cauda atarracada, com uma bola de pelo amarelo.

O Hipopótamo Pigmeu é um habitante das florestas, tímido, solitário e nocturno que continua a ser capturado pelos habitantes locais devido à sua carne. Quando se sentem ameaçados, tendem a refugiar-se na água, em vez de no interior da floresta. Abrem largamente a sua boca como forma de ameaça, abrindo os seus maxilares e exibindo os seus caninos, esperando intimidar possíveis inimigos.
Esta espécie normalmente não emite vocalizações, no entanto, pode produzir sons sibilantes, grunhir, chiar ou bufar.
Vivem confortavelmente tanto em terra como na água. Dormem na terra, embora escolham áreas de repouso perto de água. Estão menos adaptados a ambientes aquáticos que os hipopótamos comuns.

Esta espécie passa o dia na água e emerge durante o final da tarde para se alimentar. É herbívoro, alimentando-se de frutos caídos das árvores, plantas aquáticas, folhas, ervas rasteiras, rebentos e tubérculos.

Os machos procuram as fêmeas apenas na época reprodutiva, que normalmente ocorre em águas pouco profundas embora possa igualmente ocorrer em terra. O período de gestação é de aproximadamente 6,5 meses, tendo as fêmeas normalmente 1 cria precocial, que se torna independente aos 6 a 8 meses. Atingem a maturidade sexual aos 4 a 5 anos de idade.
O período de acasalamento e os cuidados parentais da progenitora para com a sua cria são os únicos contactos que os indivíduos desta espécie mantêm entre si.

O Hipopótamo Pigmeu partilha a mesma forma corporal do seu parente próximo, o hipopótamo comum, a forma de um barril, embora seja consideravelmente mais pequeno. Existem outras diferenças físicas entre ambas as espécies, tais como um pescoço mais comprido, uma cabeça redonda e mais estreita, olhos com uma posição mais lateral, patas proporcionalmente mais compridas, com membranas interdigitais mais pequenas.
Ambos os sexos são semelhantes na sua aparência, tornando-se muito difícil distinguir entre ambos. Possuem uma pele nua e lisa, de cor preta mas com um tom acastanhado a esverdeado. Esta é mantida sempre húmida e brilhante graças às secreções viscosas que a espécie produz. Os dentes incisivos inferiores são muito compridos e utilizados como meio de defesa. Possuem uma cauda atarracada, com uma bola de pelo amarelo.

O Hipopótamo Pigmeu é um habitante das florestas, tímido, solitário e nocturno que continua a ser capturado pelos habitantes locais devido à sua carne. Quando se sentem ameaçados, tendem a refugiar-se na água, em vez de no interior da floresta. Abrem largamente a sua boca como forma de ameaça, abrindo os seus maxilares e exibindo os seus caninos, esperando intimidar possíveis inimigos.
Esta espécie normalmente não emite vocalizações, no entanto, pode produzir sons sibilantes, grunhir, chiar ou bufar.
Vivem confortavelmente tanto em terra como na água. Dormem na terra, embora escolham áreas de repouso perto de água. Estão menos adaptados a ambientes aquáticos que os hipopótamos comuns.

Esta espécie passa o dia na água e emerge durante o final da tarde para se alimentar. É herbívoro, alimentando-se de frutos caídos das árvores, plantas aquáticas, folhas, ervas rasteiras, rebentos e tubérculos.

Os machos procuram as fêmeas apenas na época reprodutiva, que normalmente ocorre em águas pouco profundas embora possa igualmente ocorrer em terra. O período de gestação é de aproximadamente 6,5 meses, tendo as fêmeas normalmente 1 cria precocial, que se torna independente aos 6 a 8 meses. Atingem a maturidade sexual aos 4 a 5 anos de idade.
O período de acasalamento e os cuidados parentais da progenitora para com a sua cria são os únicos contactos que os indivíduos desta espécie mantêm entre si.

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