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Ara Hyacinthe

Ara ararauna
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É uma das mais bonitas espécies de arara da América do Sul e está ameaçada pela captura para o comércio ilegal. Distingue-se pela plumagem verde na coroa e na fronte. É uma ave muito ruidosa e com um bico muito forte que funciona como “quebra-nozes”.

A plumagem do manto é azul, o alto da cabeça até meio da coroa é verde seguido do azul que cobre a totalidade das penas da parte de cima da ave, incluindo as das asas e da cauda. A pele da face é branca, rasgada por finas linhas transversais escuras, os lados do pescoço e toda a zona ventral são amarelos, inclusive as penas da cauda que também são amarelas por baixo. O bico é negro e curvado adaptado para partir sementes duras. Os juvenis são semelhantes aos adultos.

A arara azul-e-amarela faz movimentos sazonais em busca de locais com abundância em alimento e estas deslocações podem ser responsáveis pelos avistamentos desta espécie efectuados no Paraguai. Voa aos pares ou em trios, em que o terceiro pode ser um juvenil, mas também voa em bandos de cerca de 30 aves.

A dieta é constituída por sementes de vários géneros de plantas, néctar de plantas do género Quararibea, flores de Combretum, frutos como figos, polpa de Sloanea, várias partes de Mauritia e tâmaras de várias palmeiras na região do Suriname.

A época de cria ocorre entre Novembro e Junho, mas varia de região para região. O ninho encontra-se numa cavidade alta de uma palmeira morta do género Mauritia ou de outros géneros. A fêmea deposita entre 1 a 3 ovos. A incubação ocorre durante 28 dias e as crias permanecem no ninho durante cerca de 90 dias e são alimentadas pelos progenitores por regurgitação. Num estudo acerca da reprodução nestas aves, observou-se que 59% das crias conseguiam fazer o primeiro voo, enquanto 18% morriam desnutridas ou doentes e 24% eram mortas por predadores.

A plumagem do manto é azul, o alto da cabeça até meio da coroa é verde seguido do azul que cobre a totalidade das penas da parte de cima da ave, incluindo as das asas e da cauda. A pele da face é branca, rasgada por finas linhas transversais escuras, os lados do pescoço e toda a zona ventral são amarelos, inclusive as penas da cauda que também são amarelas por baixo. O bico é negro e curvado adaptado para partir sementes duras. Os juvenis são semelhantes aos adultos.

A arara azul-e-amarela faz movimentos sazonais em busca de locais com abundância em alimento e estas deslocações podem ser responsáveis pelos avistamentos desta espécie efectuados no Paraguai. Voa aos pares ou em trios, em que o terceiro pode ser um juvenil, mas também voa em bandos de cerca de 30 aves.

A dieta é constituída por sementes de vários géneros de plantas, néctar de plantas do género Quararibea, flores de Combretum, frutos como figos, polpa de Sloanea, várias partes de Mauritia e tâmaras de várias palmeiras na região do Suriname.

A época de cria ocorre entre Novembro e Junho, mas varia de região para região. O ninho encontra-se numa cavidade alta de uma palmeira morta do género Mauritia ou de outros géneros. A fêmea deposita entre 1 a 3 ovos. A incubação ocorre durante 28 dias e as crias permanecem no ninho durante cerca de 90 dias e são alimentadas pelos progenitores por regurgitação. Num estudo acerca da reprodução nestas aves, observou-se que 59% das crias conseguiam fazer o primeiro voo, enquanto 18% morriam desnutridas ou doentes e 24% eram mortas por predadores.

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